segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O resultado do Prêmio BH de literatura 2014 foi prorrogado

COMUNICADO - A Diretora de Planejamento e Projetos Culturais da Fundação Municipal de Cultura, no exercício das atribuições da Presidência, conforme delegação veiculada pela Portaria FMC Nº 105/2015, publicada no Diário Oficial do Município (DOM) de 08/10/2015, e em observância ao item 6.1 do Edital do Concurso Nº 005/2014, comunica a prorrogação do prazo de divulgação do Resultado final, que ocorrerá até o dia 10 de dezembro de 2015.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A escritora bielorussa Svetlana Alexievich venceu o Nobel 2015




A escritora e jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich, de 67 anos, foi anunciada na manhã desta quinta-feira (8) vencedora do Nobel de Literatura 2015. Ela é a 14ª mulher a vencer o prêmio. A escolha foi divulgada em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia. Além do título, a escritora ganha 8 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 3,75 milhões).
Segundo o comitê da premiação, Alexievich foi escolhida por sua "obra polifônica, um monumento do sofrimento e da coragem em nosso tempo". Considerada cronista implacável da União Soviética, ela é uma das raras autoras de não ficção premiadas com o Nobel.

A cerimônia de entrega acontecerá em Estocolmo, no dia 10 de dezembro, aniversário da morte do fundador do prêmio, Alfred Nobel.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Um poema de Tomas Tranströmer, nobel de 2011

Estamos prestes a saber quem será o novo Nobel de literatura neste ano de 2015. Eu ando nestes momentos de minha vida dedicada à poesia e me encantei com o pouco que descobri do poeta  Nobel Tomas Tranströmer. Colo este poema abaixo para deleite do leitor.


DESDE A MONTANHA (1962) 

Estou na montanha e vejo a enseada.
Os barcos descansam sobre a superfície do verão.
«Somos sonâmbulos. Luas vagabundas.»
Isso dizem as velas brancas.


«Deslizamos por uma casa adormecida.
Abrimos as portas lentamente.
Assomamo-nos à liberdade.»
Isso dizem as velas brancas.


Um dia vi navegar os desejos do mundo.
Todos, no mesmo rumo – uma só frota.
«Agora estamos dispersos. Séquito de ninguém.»
Isso dizem as velas brancas.