segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A você escritor brasileiro

              Hoje nós vivemos um tempo de difíceis perspectivas em múltiplos ângulos da vida nacional, no entanto outros tempos difíceis já foram vividos e nós sobrevivemos. 
              Com certeza, gostaríamos de estar em outro patamar social, elevado, culto, letrado, enfim, desenvolvido. Não estamos, mas olhe outros países onde evidências nos mostram escritores, pensadores se projetando como baluartes do amanhã.

              Gandi na Índia, Luther King na América do norte, Mandela na África do Sul e tantos outros que em momentos de crise souberam apoiar a coisa certa na hora certa. Teríamos dezenas de exemplos, mas estes bastam para dizer a você escritor brasileiro, que sonha com seu livro valorizado e o livro continua na gaveta, não desanime. Continue escrevendo, reescrevendo, com a esperança que seu texto e sua maneira especial de compor possa trazer algo positivo para nossa população tão massificada pelas mídias que se aproveitam da simplicidade de um povo para jogar o que não presta sobre ele.

               Aos que deixaram de ler sobrou o sofá diante da TV.

              Optaram por rir diante de uma televisão medíocre que nos faz sentir medíocres.

Anime-se escritor brasileiro.

Siga teu destino e aposte nos poucos que te valorizam e escreva para eles.

Nunca deixe este dom que Deus te deu.

FELIZ NATAL 2015.

Alda Inácio

sábado, 19 de dezembro de 2015

Livros mais vendidos em Dezembro 2015


                  



Publicado na  Publishnews

Editora Cosac Naify vai fechar


Ao ler notícia como esta não há escritor que não se entristeça. O fechamento de uma editora é a certeza de que caminhamos para um definitivo emburrecimento coletivo.

O Estadão publicou:
Quase 20 anos após seu nascimento, a editora Cosac Naify chega ao fim por decisão de seu fundador, o editor Charles Cosac. Ele comunicou seu fechamento em entrevista exclusiva ao Estado, nesta segunda-feira, 30, à tarde, em sua casa, justificando-o não por causa da crise econômica atual – que também pesou, mas nem tanto como as dificuldades em seguir adiante no caminho traçado por ele em 1996. “Só o meu desejo de que ela existisse não justificaria a manutenção da editora, cujos projetos culturais se encontram ameaçados neste momento”, resume. Com 1.600 títulos no catálogo, de clássicos como Tolstoi a monografias de artistas, passando por romancistas estrangeiros como Enrique Vila-Matas e Valter Hugo Mãe, a Cosac Naify surgiu como editora com o livro Barroco de Lírios, de Tunga, e vai encerrar sua história também com um livro do artista pernambucano, ainda em preparo.

Publicado com exclusividade no Estadão