quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Resultado do Prêmio Biblioteca Nacional 2016

Categoria Conto

  • Vencedora: Marta Barcellos, com a obra “Antes que seque” publicada pela Editora Record.
  • Comissão Julgadora: Caroline dos Santos Rodrigues, Júlio César Diniz e Ivana Arruda Leite.

Categoria Ensaio Literário

  • Vencedor: Murilo Marcondes de Moura, com a obra “O mundo sitiado: a poesia brasileira e a segunda guerra mundial” publicada pela Editora 34.
  • Comissão Julgadora: Bernardo Ricupero, Marco Lucchesi e Mirna Queiroz

Categoria Ensaio Social

  • Vencedor: Douglas Attila Marcelino, com a obra “O corpo da Nova República: funerais presidenciais, representação histórica e imaginário político” publicada pela Editora FGV.
  • Comissão Julgadora: Fátima Quintas, Fernando Limongi e Maria Isabel Mendes de Almeida.

Categoria Literatura Infantil

  • Vencedor: Eliandro Rocha, com a obra “Roupa de Brincar” publicada pela Editora Pulo do Gato.
  • Comissão Julgadora: Fabíola Ribeiro Farias, Nelson de Oliveira e Simone Paulino.

Categoria Literatura Juvenil

  • Vencedor: Érica Bombardi, com a obra “Canto do Uirapuru” publicada pela Escrita Fina Edições.
  • Comissão Julgadora: Elizabeth Serra, João Luis Ceccantini e Laura Sandroni

Categoria Poesia

  • Vencedor: Adélia Prado, com a obra “Poesia reunida”, publicada pela Editora Record.
  • Comissão Julgadora: Angélica Freitas, Heloisa Buarque de Holanda e Josely Vianna.

Categoria Projeto Gráfico

  • Vencedor: Raquel Matsushita, com a obra “Coleção Pedro fugiu de casa” publicada pela Edições de Janeiro.
  • Comissão Julgadora: Heloisa Faria, João de Souza Leite e Nair de Paula Soares.

Categoria Romance

  • Vencedora: Sheyla Smanioto, com a obra “Desesterro” publicada pela Editora Record.
  • Comissão Julgadora: Luiz Antônio de Assis Brasil, Rodrigo Lacerda e Walnice Galvão.

Categoria Tradução

  • Vencedor: José Roberto Andrade Féres (Zéfere), com a obra “O sumiço” publicada pela Editora Autêntica.
  • Comissão Julgadora: Fernanda Abreu, Jorio Dauster e Luiz Carlos Cabral.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Concurso literário da Editora Leya não premiou nenhum escritor em 2016

Crítica.

Eu não estive participando do Prêmio Leya 2016, aliás, este ano só participei de um concurso que deve sair o resultado até o final do mês de Novembro e com literatura infanto juvenil. Por isto posso falar livremente sobre o Prêmio da Editora Leya 2016. As vezes sou passional em relação à escrita.

A situação financeira mundial anda cada vez mais apertada eu consigo sentir, e explicaria o fato de não apontar vencedor para o prêmio Leya 2016, se juntarmos a isto o fato de que vendagem nenhuma cobriria o gasto com o prêmio no valor de 100 mil euros, posso entender. Só não consigo imaginar que um prêmio não seja dado por motivo de falta de qualidade nas obras inscritas.  

Quanto à participação de escritores brasileiros em concursos em Portugal  me deixa de antenas em pé em relação à linguagem portuguesa escrita por portugueses. A Editora Leya é portuguesa, não desmerecendo os amigos portugueses, porque o regionalismo brinca com nossa linguagem em diversas partes do mundo, mesmo no Brasil. Mas, uma coisa é a língua oral que aceita todas as diferentes pronúncias, outra coisa é a escrita, que deve ser uníssona e não é. 

Sei que as diferenças da escrita tira do páreo os escritores brasileiros, no entanto cadê os textos de escritores portugueses, nenhum esteve à altura de ganhar o prêmio? 

Veja abaixo o que a editora colocou na sua página sobre o assunto:

Comunicado do júri do Prémio LeYa 2016

O júri do Prémio Leya 2016, formado por Manuel Alegre (Presidente), José Carlos Seabra Pereira, José Castello, Lourenço do Rosário, Nuno Júdice, Pepetela e Rita Chaves, deliberou por unanimidade não atribuir este ano o Prémio, tal como previsto no Artigo 9, alínea f) do regulamento.

Lisboa, 19 de outubro de 2016,

Manuel Alegre, Presidente do júri

sábado, 22 de outubro de 2016

Bob Dylan vai ou não vai buscar o Nobel de literatura 2016

Estou achando muito divertido olhar para esta foto do Dylan, meio bicho do mato, olhar desconfiadíssimo, dando a mínima para o tal Prêmio Nobel de literatura 2016. 

Vejo nisso um caráter muito especial, como a dizer sem nada dizer: Bof, este prêmio  não me acrescenta nada". Ele continua em silêncio uma semana após ser nomeado o ganhador do Nobel. 

Pessoas próximas a ele disseram que é bem possível que ele não vá jamais agradecer o prêmio. Enquanto escritores do mundo inteiro morreriam de felicidade diante de uma nomeação de tal natureza. 

O Brasil que jamais teve um escritor honrado, quando outros países já receberam mais de um troféu o que tem a dizer? A quem devemos esta falta de reconhecimento? Talentosos escritores nós temos mas seus temas publicados não os levariam a segurar um Nobel. é preciso mais do que talento para fazer jus a um Nobel, é preciso editoras dispostas a revelar os talentos brasileiros, mas enfim, este é outro assunto já bem malhado. E Dylan, vai ou não buscar o prêmio? Eu na condição dele não iria nunca. Causa muito mais não ir e quem sabe a recusa sirva como lição  para a instituição que colocou a música acima das letras. 

Texto de Alda Inácio
Foto da Globo